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Tempestades Elétricas
27/10/2016
 

Por Maria Isabel Amando de Barros | Pesquisadora do Criança e Natureza do Instituto Alana

* texto publicado originalmente no Conexão Planeta

A natureza sempre foi um elemento essencial na minha vida. É meu oxigênio, meu refúgio, minha motivação. Para meu companheiro, Flavio, também é assim. Nosso primeiro encontro foi ao ar livre e muitas das nossas escolhas são pautadas pelo contato com a natureza. Nossos filhos, com 8 e 4 anos, crescem brincando na natureza possível dos arredores de São Paulo. Nosso quintal é seu habitat natural e eles passam mais tempo do lado de fora de casa do que a soma de todo o tempo de telas a que têm acesso. As férias e feriados são para caminhadas, explorações e, às vezes, acampamentos.

Entretanto, Flavio e eu sempre fomos um tanto quanto solitários. Sempre fizemos nossas pequenas aventuras sozinhos, a dois ou na companhia de poucos amigos. Quando nossa filha mais velha, Raquel, nasceu continuamos a seguir esse padrão, fazendo passeios ao ar livre a três. Filha única até quatro anos e meio, esse modelo funcionou muito bem durante os primeiros anos de vida dela. Mas chegou o tempo em que o quintal ficou pequeno para seu corpo em crescimento e seu espírito ansiava pela companhia de outras crianças. Nessa época, passamos a procurar ativamente a companhia de outras famílias, e logo ficou clara para nós a importância do convívio entre as crianças durante nossos passeios e aventuras na natureza.

 
 
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Quer saber mais sobre esta iniciativa pelo bem-estar das crianças? Leia aqui a matéria completa que a Maria Isabel Amando de Barros escreveu para o Conexão Planeta

 
 
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